situadas em área de Reserva Indígena são denominadas de aldeias, possuem um Cacique local eleito pela comunidade e um Cacique geral, além do chefe da FUNAI. Quanto à gestão do território propriamente, existem os convênios com as prefeituras no que tange a educação, saúde e policiamento, e a obediência às determinações do IBAMA, quanto às normas para a pesca e a utilização de embarcações. A autoridade máxima é o chefe da FUNAI, e ao Cacique geral cabe coordenar os caciques locais e organizar a Festa de São Miguel, uma festa de todas as aldeias indígenas, que ocorre a partir de 28 de Setembro e dura sete noites, sendo uma festa cristã com novenas e a dança indígena conhecida por Toré. As populações ribeirinhas do estuário vivem da pesca do peixe e da cata do caranguejo e do marisco. No entanto, a quantidade pescada vem diminuindo muito nos últimos 20 anos. As causas apontadas pelos ribeirinhos são o assoreamento do rio, que acabou com os grandes peixes e diminuiu a profundidade do rio; a pesca em rede miúda, que prejudica a reprodução; e a redinha, técnica predatória de pesca de caranguejo que, apesar de proibida, ainda é praticada. Marcação é um Município novo, emancipado recentemente e abrange todas as comunidades pesqueiras do lado esquerdo do estuário: Marcação, Brejinho, Tramataia, Camurupim e Coqueirinho. A seguir, confira algumas peculiaridades de cinco aldeias localizadas nesta área.Jaraguá - Aldeia indígena de 900 eleitores, Jaraguá fica próxima ao Rio Tinto, no final da área de manguezais. Metade da população trabalha na Usina Japungú, Município de Lucena. O restante trabalha em Rio Tinto, e poucos ainda vivem da pesca no local. Esta atividade, enquanto fonte de
sobrevivência, é mais praticada entre os desempregados. Atualmente os peixes mais encontrados são o bagre, o camurim, o robalo, a pescada, a carapeba e o caranguejo, que, com a prática desenfreada da redinha, vem desaparecendo. A técnica de pesca mais utilizada é a tomada. No entanto, a economia flutua de acordo com a disponibilidade de empregos, sendo a pesca uma tradição e importante fonte de alimento. A aldeia possui escola de 1º e 2º graus, posto de saúde, com enfermeira, Associação de Moradores e» Vilarejo em Jaraguá
posto telefônico. A água vem de poços e não é encanada. A maioria das moradias é de taipa, pois o cacique local, Vicentinho, não permite construções de alvenaria, sendo esse o maior conflito da aldeia atualmente, já que muitos moradores anseiam pela casa de alvenaria. A Associação possui dez canoas para os pescadores cadastrados. A vegetação é de mangue canoé, o mais alto, e o mangue manso, de raízes escondidas. Nesta área observa-se a transição da vegetação, já que é o limite da área de influência de marés oceânicas. A partir de Porto Novo, aparece o mangue sapateiro, de raízes expostas, que se prolonga até a foz.
» Brejinho
Brejinho - Aldeia indígena com 53 famílias, onde todos trabalham no mangue catando caranguejo. Caciq
ue Edmilson explica que o lixo é reciclado para ser reaproveitado na plantação e que isso é uma prática indígena. Seu pai, de Vila- Flor no Rio Grande do Norte, era Potiguara legítimo. Dos habitantes das aldeias, muitos são 'particular', isto é, brancos. Apesar da pesca ser praticada por todos, a principal fonte de renda da comunidade é a agricultura, sendo as culturas locais o inhame, a macaxeira, o feijão, a cana e o coqueiro. Brejinho fica numa área bastante úmida e de solos férteis, que garantem a agricultura sem o uso de agrotóxico, já que não houve até então disseminação de pragas. As árvores mais encontradas são mangueiras, coqueiros, cajueiros e algumas jaqueiras. Cada família ganha em média 30 reais com a pescade caranguejo e, nas épocas das safras, quem tem plantação aumenta a renda. Brejinho tem uma escola e uma casa de farinha, não tem telefonia, posto de saúde e comércio. A moradia é de taipa e a eletrificação chegou há apenas dois anos. Interessante em Brejinho são as poças naturais de água cristalina, onde o solo é arenoso. Nelas as pessoas fazem suas atividades cotidianas, como lavar verduras, louça e roupas, além de tomar banho.
Aldeia com 230 famílias, onde quase todas vivem da pesca de peixe, caranguejo e marisco por todo o estuário. O transporte é a canoa, conhecida por patacha, que difere da canoa comum porque é feita de tábuas coladas com estopa e cal, enquanto a outra é feita de uma madeira só. A água e a areia do rio são utilizadas para construção. Esta aldeia tem a festa de São Sebastião, em janeiro. Parte da população é católica e parte protestante. No entanto, o casamento religioso não é prática comum. Possui uma benzedeira, Dona Santina Maria da Conceição. O tocador de coco é Miguel de Alice, e o cantador local é Manuca. Possui dois times de futebol e torneios. O caranguejo é a principal fonte de renda dos ribeirinhos. Existe um roçado da reserva onde se planta inhame, mandioca, feijão e milho. As duas casas de farinha são de particulares e o pagamento é de 20% da farinha produzida. Parte da farinha é vendida na feira de Rio Tinto, às sextas-feiras. Quanto ao peixe, quem tem refrigerador pode juntar e vender na feira; quem não tem, entrega ao atravessador por três reais o quilo e este é vendido por seis na feira. A renda média de uma família por semana é de 30 a 35 reais. São 20 aposentados na comunidade. Tramataia possui duas escolas, sendo uma creche e uma de 1º grau. Tem posto de saúde sem condições de atendimento. Não tem telefonia. A água vem do poço e é de boa qualidade, passa por um cano central e as casas puxam deste cano. As moradias são de taipa, havendo em torno de dez que são de alvenaria. Possui uma Associação de Moradores e cinco vendas. Como em todas as aldeias, banheiro não existe. O lixo é queimado nos quintais, mas caminhando à beira do rio, pode-se observar o mesmo espalhado em suas proximidades. Existem poucas árvores frutíferas e os pássaros existentes são os de mangue: maçarico, garça, socó, siricóia, lambú, sabiá e pardal que dizimou o canário. O problema maior da comunidade é não ter capital para investir em plantação e diversificar a renda que provém exclusivamente da pesca. Em Tramataia faz-se passeio de barcos para turistas para as seguintes localidades: Projeto Peixe Boi, arrecifes, ilhas e mangues, sendo o fluxo turístico de dezembro a março.
» Camurupim - Barcos de Pesca
Camurupim - Aldeia com 302 famílias, sendo sete em Coqueirinho. Setenta por cento das famílias vivem da pesca, na área na foz e no alto mar, e de catar marisco, atividade praticada nas croas que aparecem na maré baixa, por mulheres e crianças. Os peixes mais pescados são camurim, pescada, carapeba, bagre, arraia, pampo e tainha. Existem cinco barcos motorizados da Associação de Moradores. Em Camurupim, o turismo também é explorado, mas não há infra-estrutura de hospedagem. A festa da padroeira Santa Luzia é nos dias 12 e 13 de Dezembro. No dia 29 de Junho tem procissão de barcos em homenagem a São Pedro. A aldeia possui um sanfoneiro e uma banda de forró. As bandas de fora, no entanto, são mais apreciadas. Nos festejos juninos têm coco de roda e ciranda. As patachas são feitas na serraria local. De acordo com depoimentos locais de pescadores, de vinte anos para cá o rio vem esbarrancando rapidamente e perdendo profundidade. A pesca é a principal atividade, mas pratica-se a agricultura de subsistência e o plantio da cana para a usina de Mataraca. Cada família tem um pedaço nas terras da Reserva. Existe também área de broca, ou seja, de retirada de madeira para a queima doméstica. A maioria das famílias possui criação de galinhas. A renda familiar é de 25 a 30 reais por semana, sendo a população aposentada de 40%. Camurupim possui uma escola de 1o grau, um posto de saúde, de correios e telefônico. A água é encanada e vem do poço. Existem 10 vendas. O trans-porte para Baía da Traição circula três vezes por semana, e para Rio Tinto, todos os dias, passando por Tramataia. A FUNAI possui um projeto para implantação de banheiros nas aldeias. A taipa é a moradia que predomina, mas as de alvenaria também existem. A Associação de Moradores serve para beneficiar a pesca e a agricultura. Existe também uma
olaria. A caça é pouco praticada e os animais são lambú, juriti, galega, tejuassú, tatu e raposa. Atualmente o IBAMA não permite a caça. Antigamente havia cotia, guariba, preguiça, tamanduá e quati, mas a devastação das matas para o plantio de cana foi acabando com os animais na região. Coqueirinho - Comunidade que pertence a Camurupim, com vinte e cinco pessoas e que vem se expandindo muito nos últimos três anos com a proliferação de casas de alvenaria para veraneio. A comunidade, porém, vive da pesca, praticada entre os arrecifes e a praia, cujo destino maior é a própria subsistência. Não entra renda na comunidade, a não ser a aposentadoria, e quando aparece uma
» Camurupim - Associação de Moradores
construção, é para empregar a população local. Não possui nenhuma infra-estrutura, sequer eletricidade, e o acesso é feito de barco. As moradias são de taipa e palha de coqueiro. Os veranistas estão organizando uma associação. O pequeno povoado possui uma Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes com mais de cem anos, sendo a sua festa, em Dezembro, bastante procurada por pescadores de várias aldeias e localidades. As árvores existentes são o coqueiro, cajueiro, cajarana, laranja, pitanga, groselha, etc. O acesso a Coqueirinho se dá por Camurupim, através de patachas, ou por Baía da Traição, pela praia e por estrada. 
a construção do Ramal Paraguaçu a Senhor do Bom fim, foi construída a ponte ferroviária. Como estamos a ver foi a estrada de ferro o fator principal para o desenvolvimento do povoado do Paraguaçu.
edificada em dois níveis :




primeira denominação da localidade. A lendária pedra da Barra Cuiabana situava-se na foz do Rio Garças com o Araguaya, e hoje está tombada pelo Patrimônio Histórico Municipal.O incremento da atividade garimpeira aconteceu de forma imprevisível, e tornou possível o surgimento de uma povoação de apoio. Antonio Cristino Côrtes, que havia chegado à região na segunda década do século XX, dedicou-se a formar a futura cidade de Barra do Garças. Alinhou as primeiras ruas, designou as primeiras quadras e distribuiu lotes. De baliza em punho bancou o engenheiro, marcando a avenida que hoje leva seu nome.A fase áurea do garimpo na região de Barra do Garças durou até a década de quarenta. Neste período a povoação ganhou importância devido ao crescimento acentuado. Foi nesta época que se instalou em Aragarças, defronte ao sítio de Barra do Garças, a Fundação Brasil Central cujo objetivo era implementar a Marcha para o Oeste, determinada por Getúlio Vargas.Barra do Garças, em pouco tempo, tornou-se o maior pólo econômico do leste mato-grossense, suplantando em tamanho e importância, todas as 

















DE PESCARIA, PORQUE SUA MELHOR ÉPOCA NÃO COINCIDE COM A DO TUCUNARÉ, OU SEJA, QUANTO MAIS BAIXO O NÍVEL DA ÁGUA, MELHOR PARA O TUCUNARÉ E PIOR PARA O PEIXE DE COURO. MESMO ASSIM PODE SER PRATICADA COM SUCESSO.O FEELING DO PESCADOR TURISTA E SUA EXPERIÊNCIA NO TUCUNARÉ SÃO MUITAS VEZES MAIS EFETIVAS E PRODUTIVAS DO QUE O CONHECIMENTO DO PILOTEIRO, QUE DEVE, POR SUA VEZ, SE ESMERAR NO ATENDIMENTO E SEGURANÇA DO PESCADOR.


(GRAMPOS OU PRESILHAS), QUE DEVEM SER ATADOS AO LÍDER.LINHASEXISTEM HOJE NO MERCADO UMA GRANDE VARIEDADE DE LINHAS DE BOA QUALIDADE, TANTO NACIONAIS COMO IMPORTADAS. DEVEM SER DE BOA PROCEDÊNCIA, CASO MONOFILAMENTO, NA CAPACIDADE DE 20 E 25 LBS. SE MULTIFILAMENTO, ENTRE 60 A 80 LIBRAS. RECOMENDO LEVAR AS DUAS BITOLAS.PARA A CONFECÇÃO DO LÍDER, UMA LINHA DE NYLON TRANSPARENTE OU FLUORCARBONO BITOLA 0,62MM JÁ É O SUFICIENTE.
CABO RETO DE SETE (17,8CM) A NOVE (22,9CM) POLEGADAS, COMPRIMENTO DE 5,6 (1,68M) ATÉ SEIS (1,80M) PÉS, E NAS SEGUINTES CAPACIDADES:-10 A 20 LBS-12 A 25 LBSCARRETILHAS E MOLINETESDEPENDEM DO GOSTO E ADAPTAÇÃO DO PESCADOR. A TÍTULO DE INFORMACÃO QUANTO AO TAMANHO E CAPACIDADE SUFICIENTES, DAMOS COMO EXEMPLO OS SEGUINTES MODELOS, TODOS DA SHIMANO:CARRETILHAS - CRONARCH, CALCUTTA 100 E CURADO 200.MOLINETES - SEDONA 4000, SYMETRE 4000 E SPIREX 4000.







Um dos locais mais famosos da cidade. É o ponto de encontro na noite manauara e está localizado de frente para a praia. Possui calçadão para caminhar e andar de bicicleta, quadras de esporte, bares, música ao vivo, barracas de água de côco, palco para apresentações e outras atraçoes..Endereço/Address: Av. Coronel Jorge Teixeira, s/n - Ponta Negra

